Rio Grande do Sul · Brasil

Metanol verde de biomassa não fóssil.

A bioE4+ converte casca de arroz e resíduos florestais do Rio Grande do Sul em bio-e-metanol — combustível para a descarbonização marítima e insumo para um biodiesel verdadeiramente 100% sustentável.

Biomassa H₂ verde Metanol O “+” da nossa marca é o hidrogênio — ele eleva a produção em 40%
300.000
t / ano
Biomassa processada — casca de arroz, serragem e resíduos florestais
189.000
t / ano
Bio-e-metanol produzido com integração plena de hidrogênio verde
511.000
t CO₂ / ano
Emissões evitadas frente ao combustível marítimo fóssil
>90%
ciclo de vida
Redução de carbono no ciclo de vida do combustível
O projeto

A matéria-prima já existe. Falta convertê-la.

O Rio Grande do Sul gera cerca de 1,4 milhão de toneladas de casca de arroz por ano — volume suficiente para abastecer três ou quatro plantas do porte da nossa. Hoje esse resíduo é subaproveitado. A bioE4+ o transforma em um combustível líquido que a indústria naval precisa e que o setor de biodiesel importa de fonte fóssil.

Dois mercados

Um ativo, duas demandas independentes.

A planta não depende de um único mercado amadurecer. Se a demanda marítima da IMO levar mais tempo, o metanol verde já é competitivo hoje como insumo para biodiesel — o que elimina o risco de ociosidade na fase inicial.

Mercado primário

Combustível marítimo

O transporte marítimo move 90% do comércio global e precisa zerar suas emissões. O metanol é o combustível alternativo que mais escala hoje — Maersk, CMA CGM e MSC já contratam volumes.

  • Motores dual-fuel já em operação na frota global
  • EU FuelEU Maritime e EU ETS já em vigor
  • Acesso portuário direto no Rio Grande do Sul
US$ 1.000por tonelada — referência bunker
Mercado âncora

Insumo para biodiesel

Produtores brasileiros de biodiesel consomem metanol na proporção de cerca de 11% do biodiesel gerado — e hoje ele é fóssil e importado. Isso impede o rótulo 100% sustentável e expõe a margem ao preço do petróleo.

  • Viabiliza biodiesel com ciclo de vida quase neutro
  • Hedge estrutural contra alta do petróleo e do gás
  • Elimina risco cambial e geopolítico da importação
US$ 550por tonelada — paridade com fóssil importado
Tecnologia

Gaseificação PRENFLO® com integração de hidrogênio.

A biomassa gera um gás de síntese pobre em hidrogênio. Adicionar H₂ de eletrólise corrige a estequiometria e eleva o rendimento em 40% sobre a mesma quantidade de matéria-prima.

01

Preparo da biomassa

Casca de arroz, serragem e resíduos florestais secos e moídos

02

Gaseificação

Fluxo arrastado PRENFLO® com unidade de separação de ar

03

Limpeza do gás

Remoção de alcatrão e gases ácidos até grau de síntese

04

Hidrogênio verde

Eletrólise PEM com energia renovável — 5.400 t H₂/ano

05

Síntese

Catalisador Cu/ZnO, destilação e purificação do metanol

Sócios fundadores

Quem já operou plantas como esta.

Engenharia de projetos industriais, operação de plantas de metanol e amônia em quatro continentes, e três décadas de engenharia de produção aplicada à indústria brasileira.

Renato Santos

Operações e Tecnologia

COO e Chief Projects Officer da Genesis Fertilizers, no Canadá. Gerenciou plantas de metanol na US Methanol (EUA) e na Oman Methanol Company (Omã), além de amônia na Maaden (Arábia Saudita) e produção na Brunei Fertilizer Industries. Formação na University of Alberta; carreira iniciada na Petrobras.

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Hamilton Perez

Engenharia e Projetos

Senior Principal Mechanical Engineer na Genesis Fertilizers, no Canadá, e sócio-diretor da HC+P Engenharia e Consultoria. Mais de 25 anos na JPPA Gerenciamento e Projetos, onde dirigiu engenharia e contratos EPC de subestações e linhas de transmissão. Passagem pela Kvaerner e pela Petrobras.

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Junico Antunes

Relações Institucionais

Doutor em Administração pela UFRGS e mestre em Engenharia de Produção pela UFSC. Professor de mestrado e doutorado na Unisinos desde 1999. Cofundou a Produttare em 1995 e a dirigiu como CEO por três décadas; hoje é CEO da eFact. Um dos precursores do Sistema Toyota de Produção e da Teoria das Restrições no Brasil.

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Rodrigo Wagner

Desenvolvimento de Negócios

Head da vertical Agro na Produttare, atuando entre o agronegócio e a indústria química. Sócio da AGmais e proprietário da RCG Consultoria e da Estância Três Figueiras, no Pampa gaúcho. Experiência anterior em revestimentos industriais na Killing S.A.

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